Leite Creme Queimado

Gosto imenso do Leite Creme Tradicional confesso, mas gosto mais da minha versão… com um toque de baunilha, uma textura super aveludada e uma camada crocante no topo… adoro partir a camada de açúcar com a colher, adoro o contraste entre o cremoso do leite creme e o crocante, adoro este leite creme fresquinho… sabe-me pela vida! Experimentem esta versão, não se vão arrepender garanto-vos… é muito semelhante a um crème brûlée, afinal são quase da mesma família não é verdade?!

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Bacalhau Espiritual

Confesso que não sou grande apreciadora de bacalhau espiritual… fiz uma vez, há já alguns anos atrás, e cá em casa não gostamos muito da textura que o pão demolhado confere ao prato. Mas, há cerca de 1 mês, experimentei este prato no restaurante Mito, acompanhado com alho francês confitado (uma verdadeira delicia!) e fiquei rendida ao prato… então tinha que tentar, tinha que lhe dar uma segunda oportunidade…

Tentei fazer a receita mais ao nosso gosto, com o bacalhau fresco da Pescanova que eu adoro por ser mais macio, aromatizado com louro, bem temperadinho e bom molho bechamel caseiro. E realmente ficou uma delícia! Contínuo a gostar mais de Bacalhau Gratinado (a minha receita favorita!) mas rendi-me ao Bacalhau Espiritual, finalmente.

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Arroz Doce Cremoso

Lembro-me de ter uns 5 ou 6 anos e pedir à minha mãe para fazer arroz doce. É uma sobremesa que ela nem sequer gosta… e por isso não sabia muito bem como fazer, mas lá tentou a sua versão! E lembro-me que detestei. Por isso, sempre que me perguntam, respondo que não gosto de arroz doce, mas na realidade nem sei se posso dizer que provei (desculpa mãe!)… e quando vi a receita da Rita, uma receita de família, da avó dela, tive que experimentar.

Confesso que arroz doce até nem é nada mau! Não será a minha receita de Natal favorita, mas realmente esta versão é muito boa… o arroz fica muito cremoso e não é exageradamente doce. Se calhar é questão para dizer “primeiro estranha-se, depois entranha-se”.

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Leite Creme Tradicional

Adoro sobremesas, quem me conhece sabe! Mas não gosto delas extremamente doces. Gosto de sobremesas com sabor, para além do açúcar. Por isso o leite creme que fazemos cá em casa não é nada doce, como costumam ser todos os outros que já provei, e eu pessoalmente prefiro assim!

Apesar de ter menos açúcar, fica super cremoso, aveludado na boca e saboroso, graças ao limão e à canela, tão tradicionais nesta época do ano! Para mim Natal cheira a canela… concordam?!

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Barriga de Freira

Barriga de freira, como o nome sugere à partida, é um doce conventual português, criado pelas freiras dos nossos conventos, cuja base é, uma vez mais, uma calda de açúcar e gemas.
 
Confesso que, apesar de ser da zona Norte, não conhecia esta sobremesa, nunca tinha provado mas… pareceu-me perfeita para a Páscoa! É uma sobremesa muito simples, que pode até ser feita com pão (em vez de brioche ou pães de leite), e é muito rápida de preparar… em 10 minutos tem uma sobremesa incrivelmente rica para apresentar na mesa de Páscoa ou Natal… fica a dica!

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Bacalhau com Broa

Há realmente mil e uma maneiras de cozinhar o bacalhau… e nem sempre, pelo Natal, nos apetece comer bacalhau da mesma forma. Apesar da tradição, e de continuarmos a fazer o famoso bacalhau com todos, gostamos também de ter sobre a mesa outras alternativas. Normalmente a alternativa é o Bacalhau Gratinado, de que todos gostam, e que se come tão bem no dia, como no seguinte.
 
Este ano resolvemos experimentar fazer a nossa versão de Bacalhau com Broa, tendo em conta os ingredientes que gostamos, os temperos, etc. Esta receita tem poucos ingredientes e, embora a preparação pareça um pouco longa, é na realidade bem simples! A receita chega bem depois do Natal… mas não podia deixar de a partilhar convosco porque é perfeita para qualquer altura do ano no fundo!

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Sonhos de Cenoura

Depois do sucesso que os Sonhos de Abóbora tiveram cá em casa, estava ansiosa por experimentar novas combinações… muitos de vocês disseram-me que os sonhos de cenoura eram ainda melhores… como assim?! Como é possível serem ainda melhores?! Tenho que experimentar! E assim foi…

Pequenos sonhos, super fofinhos, que ao mesmo tempo são leves e densos, mas super fofinhos mesmo… doces quanto baste, que se desfazem na boca? (tal como os anteriores!) Mas… um sabor muito mais intenso, mais rico. Cá em casa foram (ainda mais!) apreciados do que os de abóbora, por isso palmas para vocês, são os melhores conselheiros de receitas de sempre! Agora procuro novas ideias de combinações… sugestões?!

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Tronco de Natal

Calma! Não se assustem já com a lista de ingredientes, com a extensão do procedimento, porque na realidade esta receita é bem simples mas… extensa porque aqui vou partilhar com vocês todos os truques e dicas que funcionaram para eu obter um rolo perfeito, um rolo que não quebra e que depressa se transformou num Tronco de Natal de sonho…
 
Nunca tinha ousado fazer um tronco em casa… e sempre que os comprava fora ficava desconsolada, não eram nem de longe, nem de perto, aquilo que eu queria. Então coloquei mãos à obra e, na terceira tentativa, conseguimos alcançar o sucesso! O melhor Tronco de Natal que já comi, uma combinação de sabores incrível… rolo fofo e húmido, creme de ovos bem cremoso e uma ganache de chocolate de louvar aos céus… palavras para quê?!
 
P.S.: vão sobrar algumas claras do creme de ovos, mas não desesperem! Existem várias receitas no blogue perfeitas para aproveitar essas claras, tais como, Molotof, Tarte Merengada de Limão, Pavlova de Morangos e Chocolate, Suspiros, Bolo Tigre, Financiers de Framboesa, entre muitas outras!

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Pão-de-ló de Ovar

Pão-de-ló é uma daquelas receitas que se faz e… em menos de 24 horas já desapareceu! E confesso que, apesar de adorar o Pão-de-ló Tradicional (receita da minha avó materna), o meu favorito é o pão-de-ló de Ovar. Quem prova o pão-de-ló de Ovar não quer outra coisa, e a verdade é que a consistência única e o sabor, são capazes de por as minhas papilas gustativas a saltar cada vez que o provo.
 
Em 1700, o pão-de-ló era oferecido aos oradores sacros que visitavam a cidade de Ovar, e apenas algumas famílias conheciam a receita deste doce, guardada a sete chaves! Por isso, as pessoas que não a conhecia e, ainda assim, se queriam deleitar com esta iguaria, compravam os ingredientes e entregavam a que conhecia a arte… a sua confecção era feita em alguidares de barro vermelho e cozido em caçarolas de barro forradas de papel branco.
 
A receita que vos trago hoje não é feita em formas de barro, mas é bem simples e económica. Não será tarefa fácil é ficar-se só por uma fatia…

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Sonhos de Abóbora

Hoje é um dia de confissões aqui no blogue. Eu, Bárbara Cardoso, confesso ter cometido um crime severo. Nunca, mas nunca mesmo, em toda a minha vida, tinha comido sonhos de abóbora… nem de cenoura já agora! Sim, é um crime horrendo e hediondo mas, em minha defesa todos os anos fazia os tradicionais Sonhos de Natal… mas este ano tentei redimir-me e comecei pelos sonhos de abóbora!
 
E meu deus, o que andei a perder todo este tempo! Fui recolher esta receita aos caderninhos antigos que temos cá em casa, e como vos hei-de explicar?! Conseguem imaginar um pequeno sonho, super fofinho, que ao mesmo tempo é leve e denso, mas super fofinho mesmo… doce quanto baste, que se desfaz na boca? Pronto, foi o melhor que consegui! Têm que experimentar a receita para perceberem o que quero dizer, sério! Eles desapareceram na hora, nem sobraram para contar a história…

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